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Deadpool 2 chega aos cinemas com classificação 18 anos

Recomendação do Ministério da Justiça foi publicada no Diário Oficial da União esta semana.

Divulgação
O primeiro Deadpool (foto) tinha classificação indicativa de 16 anos, mas Deadpool 2 foi rotulado como não recomendado para menores de 18 anos
O filme de super-heróis Deadpool 2, continuação da Fox para o filme de 2016 com o personagem da Marvel, ganhou classificação indicativa de 18 anos no Brasil. A decisão do Ministério da Justiça foi publicada no Diário Oficial da União de 14/5/18.

O primeiro Deadpool tinha classificação de 16 anos. Deadpool 2 ganhou a classificação "Não recomendado para menores de dezoito anos", segundo o portal de consulta pública para Audiovisuais do Ministério da Justiça, por conta de conter cenas com drogas, "violência extrema" e "conteúdo impactante".

Deadpool 2 tem direção de David Leitch e traz no elenco Ryan Reynolds, Zazie Beetz, Josh Brolin e a brasileira criada nos EUA Morena Baccarin. O filme estreia no País nesta quinta-feira (17), mas já tinha sessões de pré-estreia nesta quarta (16).

Morreu a Lois Lane do Superman dos anos 70/80

Atriz que estrelou ao lado de Christopher Reeve tinha 69 anos.

A atriz canadense Margot Kidder, que interpretou Lois Lane nos filmes do Super-Homem entre 1978 e 1987 A atriz canadense Margot Kidder, que interpretou Lois Lane na série de filmes "Superman" entre 1978 e 1987, morreu em casa aos 69 anos. A casa funerária Livignston (de Montana, nordeste), a cargo dos serviços fúnebres, anunciou nesta segunda-feira (14) em seu site o falecimento da atriz, neste domingo, sem precisar as causas.

Kidder protagonizou com Christopher Reeve a bem-sucedida série de filmes do Super-Homem realizada entre 1978 e 1987. Na série, ela encarnou uma heroína determinada, bem ao estilo das mulheres fortes dos anos 70.

Margot começou a carreira no final dos anos 60 na tevê e seguiu ativa até recentemente. Seu último filme é de 2017.

Do Superman de 1978, Reeve morreu em 2004. Marlon Brando, que fazia uma ponta como o pai kryptoniano do herói, também morreu em 2004 e Glenn Ford, que interpretava o pai terrestre do herói, morreu em 2006. 

Kidder lutou contra o transtorno de bipolaridade por anos. A condição a levou à indigência por alguns dias em 1996. Tornou-se, então, ativista pelos transtornos mentais. Nascida em 1948 em Yellowknife, no Canadá, Kidder foi casada três vezes, a última com o diretor francês Philippe de Broca (1983-1984). Deixa uma filha, Margaret, de 42 anos.



Stallone confirma Rambo 5 para 2019

Soldado vai voltar para enfrentar cartel, filmagens começam este ano.

Reprodução
Arte de Rambo V publicada por Sylvester Stallone em seu Instagram para anunciar o filme
O ator Sylvester Stallone confirmou em seu Instagram que voltará ao papel de John Rambo, o supersoldado que marcou o cinema dos anos 80. Rambo V deve iniciar as filmagens este ano e estreia no outono norte-americano de 2019, a nossa primavera.

A revista Deadline já havia adiantado no final de semana que Rambo V estava em pré-produção, com uma trama passada no México, com Rambo enfrentando um cartel.

Se você está perdido nos Rambos, faça uma revisão aí:

Reprodução
Cartaz do Rambo original, de 1982
Rambo - Programado para Matar - O primeiro filme, de 1982, contava a história de um veterano do Vietnã que entrava na mira de um xerife prepotente e tinha que resistir sozinho, no mato, a uma caçada humana.

Rambo II, a Missão - A continuação de Rambo, rodada em 1985, ficou mais famosa que o original e mostrava Rambo como um supersoldado. Ele voltava ao Vietnã para um resgate.

Rambo III - Em 1988, seguindo o sucesso de Rambo II, Rambo entrava em ação indo para o Afeganistão resgatar um parceiro. Detalhe hoje curioso, na época o Afeganistão havia sido invadido pela União Soviética e os mocinhos do filme, aos quais se aliava Rambo, eram guerreiros talibãs. O mesmo grupo envolvido com a Al Qaeda, contra a qual os EUA invadiram o Afeganistão após 11 de setembro de 2001.

Rambo IV - Em 2008, Stallone voltou ao personagem em uma missão de resgate na Tailândia. No final, John Rambo anunciava que iria se aposentar e viver no Arizona.

Rambo V - Pelo jeito, a aposentadoria não durou. Rambo enfrentará um cartel mexicano. Estreia em 2019.



Vingadores: Guerra Infinita é divertido e trágico ao mesmo tempo

Estreia que está batendo recordes consegue integrar filmografia de uma década da Marvel sem parecer colcha de retalhos.

Divulgação
O vilão Thanos, personagem vivido por Josh Brolin, é um dos pontos altos de Vingadores: Guerra Infinita
Com sessões lotadas, recorde de estreia nas bilheterias, divulgação maciça em todas as mídias e gurizada alvoroçada nas redes sociais, certamente Vingadores: Guerra Infinita não precisa de propaganda. Mas vá ver. O filme é bom. Confie na palavra isenta de um cara que não aguenta mais adaptações de super-heróis.

O filme mais recente da Marvel tem direção dos irmãos Anthony e Joe Russo (os mesmos dos dois últimos filmes do Capitão América) e está dividido em duas partes. A segunda chega só no ano que vem. Quase não dá para comentar a produção em cartaz, porque seria dar spoiler, estragar algumas das várias surpresas. Mas vale dizer que vai ter muita gente torcendo para o ano passar depressa.

Guerra Infinita começa retomando alguns dos filmes mais recentes da Marvel, como Thor: Ragnarok, Doutor Estranho, Capitão América: Guerra Civil e Pantera Negra. Mas tem fortes conexões com todos os títulos do estúdio nos últimos dez anos, integrando em uma única trama de proporções literalmente cósmicas vários personagens que apareceram em produções solo, como os Guardiões da Galáxia e os próprios Vingadores. Todos os heróis têm que se juntar, entre trancos e barrancos, para encarar a ameaça do titã Thanos, um semideus que está colecionando as poderosas joias do infinito para promover um genocídio universal em nome da sustentabilidade.

O filme da Marvel consegue o milagre de integrar uma década de filmografia e uma centena de personagens sem ficar parecido com uma colcha de retalhos. A ação é bem dosada, temperada por humor e efeitos, bem à moda do estúdio, mas com o diferencial de uma dimensão trágica. Josh Brolin faz um Thanos mais amargo e humanizado que a versão das HQs, e até por isso funciona bem. Nesta primeira parte, ele é quem brilha.

Espere até o fim dos letreiros. Tem cena pós-créditos com chamada para o filme da Capitã Marvel.