Publicidade
Acompanhe:
Notícias | Região Polícia

Corneta entre gremista e colorado termina em morte a tiros de revólver em Cachoeirinha

Suspeita da Polícia Civil é que o colorado João Marcelo Alves Traico, 47 anos, tenha sido baleado por "conhecido" gremista que vivia debochando dele

Última atualização: 11.12.2019 às 08:55

Policiais foram até o Jardim do Bosque em busca do suspeito de ter matado por causa de uma discussão sobre futebol Foto: POLÍCIA CIVIL/DIVULGA��O
A 2ª Delegacia de Polícia (DP) apura um caso inacreditável de violência ocorrido no final de semana. João Marcelo Alves Traico, 47 anos, foi morto a tiros, pouco antes de chegar em casa, na madrugada de sábado (7), ao sair de uma confraternização da empresa em que trabalhava. De saída, a investigação apontava um roubo seguido de morte [latrocínio]. Porém, o que veio a tona foi um homicídio "fútil."

Conforme a investigação da Polícia Civil, a suspeita é que a vítima tenha sido baleada por um homem que era seu "conhecido", que morava também no bairro Jardim do Bosque, em Cachoeirinha. Se tratava de um gremista que vivia debochando do colorado João Marcelo Alves. "Continuamos apurando o que aconteceu de verdade naquela noite, porém tudo indica que uma discussão boba em torno de Grêmio e Internacional levou ao homicídio", aponta o comissário Felintho Souza, chefe de investigações da 2ª.

Os policiais foram até a residência do suspeito, localizada no Bosque, na manhã desta terça-feira (10), contudo o suspeito do crime já não é visto por lá desde a madrugada dos tiros. "Ele contou a algumas pessoas o que tinha acontecido", revela Felintho. "Ninguém sabe onde ele está agora, então o mais certo é que tenha fugido logo após o crime." Pelo menos cinco tiros foram disparados contra João Marcelo Alves. O trabalhador acabou sendo ferido na mão e no abdômen, ferimento que acabou sendo fatal, mesmo com o socorro prestado logo após os tiros de revólver.

Flauta já vinha de tempo, segundo a polícia

Não é de hoje que João Marcelo Alves Traico vinha sofrendo com os deboches de seu "conhecido" no bairro Jardim do Bosque, conforme a Polícia Civil. Testemunhas apontavam que já fazia tempo que o trabalhador estava incomodado com as "cornetas" em torno da situação do Internacional. Assim, a polícia descartou qualquer relação entre a morte e a confraternização que aconteceu na empresa da vítima naquela mesma fatídica madrugada. "Talvez eles tenham se encontrado e a vítima tenha tentado dar um basta naquela situação e tudo tenha terminado muito mal", comenta o comissário. "Ainda precisamos entender direitinho como eles se encontraram naquela noite."

Gostou desta matéria? Compartilhe!
Encontrou erro? Avise a redação.
Publicidade

Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.