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BAH!rulho

A Filosofia das Canções é o primeiro disco solo de Fredi Bessa

Trabalho do guitarrista e compositor leopoldense chegou nesta sexta-feira (12) às plataformas de streaming.

Foto por: Vergilio Lopes/Divulgação
Descrição da foto: Fredi Bessa está divulgando seu primeiro álbum em carreira solo
O guitarrista e compositor leopoldense Fredi Bessa está lançando seu primeiro disco solo. A Filosofia das Canções chegou às plataformas de streaming nesta sexta-feira (12/4). O show de lançamento está marcado para o dia 2 de maio, no Espaço Cultural 512, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. A apresentação contará com a participação de artistas como Valeria (que gravou uma música no disco), André Neto (que assina uma das canções com Fredi), Cecé Passaro, Luisa Gonçalves e Cíntia Rodrigues. Há mais de dez anos na cena gaúcha, o músico já atuou como guitarrista, compositor e produtor em projetos como as bandas de rock Lítera e Sargento Malagueta, e no Grupo Aquarela, voltado ao público infantil. O álbum A Filosofia das Canções pode ser baixado gratuitamente no site oficial de Fredi Bessa. O Bah!rulho conversou com ele pra saber um pouco mais sobre essa nova fase de sua carreira. Então, dá play no disco ali embaixo e confere o papo. Se liga aí:

Você já integrou algumas bandas, mas como é a experiência de lançar um disco de trabalho solo?
Continuo trabalhando com algumas bandas e a experiência, pra mim, tem uma diferença fundamental. Lançar um trabalho solo implica, no meu caso, em buscar muito mais coragem, em encarar com muito mais intensidade a minha insegurança. Com uma banda, a gente divide o palco, divide as atenções, as responsabilidades, e isso é maravilhoso. Mas no projeto solo, a gente assina com nosso nome a autoria da obra.

Ficou satisfeito com o resultado das gravações?
Fiquei. Foi uma produção de baixíssimo orçamento, ouvindo o disco consigo imaginar vários detalhes, arranjos, melodias que poderiam fazer parte se tivéssemos mais tempo e grana. Mas dentro das possibilidades, acho que eu e o Pedro Matz, que assina a produção junto comigo, fizemos um bom trabalho.

Quais as principais influências musicais para esse trabalho?
São influências captadas durante a vida inteira. São discos, filmes, histórias que ouvi na infância, coisas que aprendi na adolescência, baques que levei na vida adulta. Todas essas experiências foram e continuam sendo interiorizadas, e fazendo parte de quem eu sou. Inevitavelmente, tudo isso vai ajudar a construir a composição.

Você cita com temas das músicas questionamentos filosóficos e situações do cotidiano como cuidar dos filhos, pagar as contas e dividir a vida com outra pessoa. Como é produzir música em meio à rotina do dia a dia?
A rotina diária não é leve. Eu e minha companheira, a Aline, somos responsáveis por duas crianças: nosso filho Bernardo, de 7 anos, e minha filha Alice, de 10. Isso exige bastante tempo e esforço. Por outro lado, essas experiências acabam se transformando em objeto do trabalho de composição. Fazem parte dela. Isso, aliado ao fato de que meu ofício, o meio pelo qual pago os boletos, é através da música, ajuda a conseguir unir esses dois aspectos da minha vida, a rotina do dia a dia e a produção de música.

O que você espera alcançar com esse disco?
Acho que essa é a pergunta com a resposta mais incerta. O que eu gostaria é que as pessoas escutassem minha música, gostassem delas, se inspirassem com elas, se emocionassem, fossem nos shows, de modo que compor, produzir e cantar minhas próprias músicas pudesse ser o principal meio pelo qual eu pagaria os boletos. Agora, se eu espero alcançar isso com esse disco? Racionalmente, ainda não. Acho que é um processo uma construção de obra, de público, de tudo. E esse disco é mais um passo, talvez um grande passo, nessa construção. 

Arthur Noswitz Trio divulga últimas três músicas do seu EP de estreia

Projeto instrumental do músico leopoldense tem influências de jazz, blues e rock.

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Arthur Noswitz comanda trio instrumental
O Bah!rulho já havia divulgado a primeira das quatro músicas do Arthur Noswitz Trio em fevereiro. Agora, o músico leopoldense já liberou as outras três composições instrumentais que formam o primeiro EP desse seu novo projeto musical. Depois de Genealogical Tree, vieram Next Point, Dance With Your Mind e The Street With Blue Lights. Arthur falou com o blog sobre a receptividade do trabalho e suas inspirações. "Amigos e conhecidos das redes vieram elogiar o trabalho, mas as quantidades de visualizações ainda são muito pequenas. O artista independente hoje, quando finaliza a obra percebe que está só no início do trabalho. Meu desafio agora é investir e criar estratégias pra alcançar mais visualizações."

A primeira música, Genealogical Tree, falava sobre antepassados, gerações, ancestralidade. Next Point é sobre ir direto ao ponto, fazer o que é preciso. E Dance With Your Mind tem relação com liberdade, é sobre deixar a vida seguir seu fluxo. Como estes temas conversam entre si?

Tudo partiu da investigação da minha árvore genealógica, estava curioso para saber de quais países e partes do mundo meus antepassados vieram. Isso, para mim, tem uma relação direta com uma vida nômade, de mudança e liberdade para ir e vir, que me levou a Dance With Your Mind. Já Next Point é a coragem para encarar essa mudança, fazer acontecer, o que reflete também no fazer dessa série de quatro vídeos, algo que eu queria e sabia que devia fazer.

Outra questão interessante é que os temas são apontados por ti, enquanto compositor, na descrição dos vídeos, mas as canções são instrumentais. Como é transmitir essas ideias sem uma letra, apenas com os instrumentos?

É como fazer uma leitura de imagem, a gente olha para ela, pensa diversas coisas e depois vai ler sobre o artista e a obra e descobre coisas que não havia pensado e outras que você imaginou e estão ali. Acho que o exercício é exatamente esse.

The Street With Blue Lights, a última música do EP, é a única que ganhou alguma cor no vídeo. Foi para combinar com o tema?

A última eu diria que é a mais especial e foi por isso que a deixei para o fechamento. Ela é a única a ter um efeito de cor que difere dos demais vídeos em preto e branco da série. O tema da última música também é o mais "jazzy" de todas, o que combinou muito com os músicos que me acompanharam nesta gravação, Lucas Fê na bateria e Felipe Schütz no contrabaixo.

A primeira música a gente já publicou em fevereiro (é só clicar no link que está em negrito no nome do artista, ali no início do texto). Confere então, os três últimos lançamentos do Arthur Noswitz Trio. Se liga aí:

Cartolas grava primeiro DVD da carreira em Porto Alegre

Gravação será realizada no sábado (6), no Agulha, com entrada gratuita.

Foto por: Anderson Pizarro Dorneles/Divulgação
Descrição da foto: Banda Cartolas vai gravar DVD no Agulha em Porto Alegre
Com quase 15 anos de história, quatro discos lançados e muitos quilômetros percorridos pela América do Sul, a banda Cartolas já tem data para a gravação do primeiro DVD de sua carreira. Com verba obtida pelo Fundo de Apoio à Cultura do Rio Grande do Sul para o projeto CirculaRS Cartolas, a gravação do DVD ao vivo acontecerá na noite de sábado (06/4), no Agulha (Rua Conselheiro Camargo, 300), em Porto Alegre. A entrada é gratuita para o público. A captação de imagens e produção do DVD ficarão por conta de Anderson Magal Dorneles, do DeD Studio.

Além dos maiores sucessos da banda, como Cara de Vilão e Sujeito Boa Praça, a Cartolas promete ainda algumas releituras próprias, além de músicas inéditas que estarão em seu próximo EP, atualmente em fase de produção e assinado por Marcelo Fruet. O DVD contará com a participação do multiinstrumentista e ex-integrante da banda, Pedro Petracco. Também fará participação especial no espetáculo o artista e produtor Marcelo Fruet, além de outros convidados. Se liga aí: 

Rebel Machine prepara novo disco e abre shows de Black Label Society e Slash

Whatever It Takes, novo álbum da banda de Porto Alegre, será lançado em maio.

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Rebel Machine prepara lançamento do seu segundo disco
Formada por Marcelo Pereira (vocal/guitarra), Murilo Bittencourt (guitarra), Marcel Bittencourt (baixo) e Chantós Mariani (bateria), o quarteto Rebel Machine, de Porto Alegre, lançou seu primeiro álbum, Nothing Happens Overnight, em 2016. Desde então, os caras têm recebido atenção do público e da imprensa especializada ao redor do mundo, incluindo Alemanha, Brasil, Espanha, França, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá e Japão. O álbum foi veiculado em rádios de vários países, com estreia no programa de Ed O’Neill na rádio sueca Rocket FM, além de diversos podcasts e web-rádios.

Recentemente a banda lançou um novo videoclipe para o single Underdogs, música que fará parte do novo álbum, Whatever It Takes, que será lançado em maio de 2019. O novo trabalho do Rebel Machine apresenta músicas com a mesma intensidade e energia que marcaram o primeiro álbum, mas também mostra um novo lado da banda com experimentações e composições mais melódicas.

Em 2019, a banda se prepara para dois marcos em sua carreira: as aberturas para Black Label Society (Bar Opinião, neste sábado, dia 30 de março) e Slash (Pepsi On Stage, em maio). Além disso, o grupo está divulgando dois singles que precedem o segundo álbum: Square One, que saiu no dia 21 de março e foi lançado pelo selo sueco Big Balls Productions, e In My Heart, que será lançado em abril. Se liga aí: