Olá leitor, tudo bem?

Use os í­cones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, ví­deos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Av. Dorival Cândido Luz de Oliveira, 6423 (parada 63) - Monte Belo - Gravataí - CEP: 94050-000
Fones: (51) 3489-4000

Central do Assinante: (51) 3600.3636
Central de Vendas: (51) 3591.2020
Whatsapp: (51) 99101.0318
PUBLICIDADE
BAH!rulho

Sapo Boi lança seu primeiro EP com show em Porto Alegre

Banda se apresenta no Signus Pub, no domingo, juntamente com Juna, Sileno e Motorcavera.

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Cartaz dos shows no Signus Pub
A banda Sapo Boi, de Porto Alegre, está na ativa há pouco mais de dois anos e se prepara para lançar seu primeiro EP. Intitulado "N.P.V.D.M.", o trabalho contém quatro músicas rápidas e diretas, que possuem maior ênfase na energia e agressividade sonora do que na mensagem ou poesia das letras. Com poucas palavras e muita ação, a banda mistura distorções e efeitos no volume máximo com uma forte influência do proto punk, como MC5, Stooges, New York Dolls e Dead Boys.

O EP foi gravado e masterizado em Porto Alegre no DubStudio, com produção de Fábio Gabardo e dos integrantes da Sapo Boi. O show de lançamento, marcado para o próximo domingo, dia 16 de dezembro, acontece no Signus Pub (Joaquim Nabuco, 272, na Cidade Baixa, em Porto Alegre). A noite conta ainda com a participação das bandas Juna (dreampop/shoegaze) de São Leopoldo, Motorcavera (stoner rock) de Santa Maria, e Sileno (pós punk) de São Leopoldo. Os ingressos custam 10 reais. Se liga aí: 

Fredi Bessa divulga single do seu primeiro disco solo

Músico de São Leopoldo lança Há de Esperança, que estará no álbum A Filosofia das Canções que sai em 2019.

Foto por: Vergilio Lopes/Divulgação
Descrição da foto: Capa do novo single de Fredi Bessa
O guitarrista e compositor leopoldense Fredi Bessa está lançando nesta sexta-feira (7/12) em todas as plataformas digitais a canção Há de Esperança. Este é o primeiro single do seu álbum de estreia, A Filosofia das Canções, previsto para o início de 2019. Atuando na cena musical gaúcha há 10 anos como guitarrista, compositor e produtor em diversos projetos, como as bandas de rock Lítera e Sargento Malagueta, ou o Aquarela, grupo musical e teatral voltado ao público infantil, Fredi Bessa esteve no palco ao lado de nomes como Nei Lisboa, Seginho Moah, Frank Jorge, entre outros artistas.

"Compus Há de Esperança em um momento bastante dolorido da minha vida pessoal. Escrever essa música foi um jeito de tentar transformar minha própria dor em algo diferente, mas na medida em que ia tocando a música nos shows percebi que as pessoas se emocionavam ao relacioná-la com o momento social que estamos vivendo. Achei que seria importante lançar essa canção o mais rápido possível", comenta o artista. O lançamento ocorre simultaneamente em todas as plataformas de streaming, acompanhado de um lyric video. Também será possível fazer o download gratuito da música no site de Fredi Bessa.

O músico se apresenta nesta sexta-feira (7/12) no Prosa e Verso, em Novo Hamburgo, e no sábado (8/12) no Primeira Reza, em São Leopoldo. Os shows serão em formato guitarra e voz. O Bah!rulho conversou com Fredi Bessa sobre seu primeiro disco solo. Então dá play no single ali embaixo e confere a entrevista. Se liga aí:

Quais as influências que tu buscou para esse primeiro trabalho solo?
Acho que as influências desse primeiro trabalho são o resultado de uma vida inteira ouvindo música de todos os gêneros, lendo sobre filosofia, pensando sobre a vida, sobre o ser humano e sobre o universo. O desafio foi juntar todas essas impressões e reinterpretar elas em forma de canção, com o meu jeito de compor. Acho que dá pra ter uma ideia disso com o single Há de Esperança, mas acredito que tudo isso fica um pouco mais claro quando sair o disco completo A Filosofia das Canções, em 2019.

Como foi o processo de composição e gravação?
Cada canção exigiu um processo diferente. Algumas geravam muita ansiedade enquanto não estavam finalizadas, quase uma obsessão. Uma situação que chegava às vezes a atrapalhar a rotina e as responsabilidades da vida. Outras surgiam de uma hora pra outra e em 15 minutos estavam resolvidas. Não sei explicar isso direito, mas me parece que o importante é conseguir expressar em canção, da forma mais fiel possível, o que está se passando dentro de mim. Isso às vezes é dolorido e às vezes é muito prazeroso e fácil. O disco foi todo gravado no estúdio caseiro do amigo e baterista Pedro Matz, em São Leopoldo. Ele gravou as baterias e eu todos os outros instrumentos. No final do processo chamamos algumas pessoas pra contribuir. Débora Araújo e Renata Carreira gravaram vozes e o Arthur Noswtiz gravou uma guitarra.

Qual a maior diferença entre um trabalho próprio e atuar com outras bandas e artistas?
Acho que a maior diferença é a insegurança gerada. Estar no palco apresentando suas próprias canções, assinando o show com seu próprio nome gera em mim muito mais insegurança do que quando estou amparado por uma banda ou acompanhando algum artista. Até porque no show a questão não é só tocar bem as músicas, mas principalmente transmitir e criar junto com o público uma atmosfera capaz de atingir as pessoas.

Em que fase de produção está o disco que deve sair no próximo ano e qual a sua expectativa para esse trabalho?
As gravações estão prontas. Estamos agora finalizando as mixagens e acho que em março do ano que vem o disco será lançado. Quanto à expectativa, procuro não gerar muita. Até porque sabemos que a atual situação para as artes em geral no País e no mundo inclusive não é das melhores. Quero sim fazer um trabalho que seja o mais conciso possível para aos poucos ir criando um público e espalhando minha música.

Newly apresenta o EP Quando Estamos Dormindo

Banda de Gravataí está divulgando trabalho que conta com cinco composições.

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Capa do EP da banda Newly
A banda Newly, de Gravataí, acaba de lançar o seu primeiro EP. Quando Estamos Dormindo conta com cinco músicas e foi gravado no home studio de Guilherme Mallet, amigo da banda. Álan Heluany (vocais e baixo), Jonas Ritter (guitarra base), Lorenzo de Lorenzi e Lucas Cardoso (guitarras solo) integram o grupo formado em 2014. "A principal influência são os grandes nomes do rock dos anos 60 e 70, porém com a grande gama de estilos que escutamos, os sons são bastante diversificados, desde o blues até o reggae", destaca o guitarrista Lucas Cardoso. A Newly já havia lançado três singles entre 2016 e 2018.

O EP está disponível no Youtube e no SoundCloud. "Estamos divulgando em nossas redes sociais, enviando para pessoas na mídia e estamos preparando CD's e adesivos para distribuir pela cidade. Recentemente, participamos do programa Radar", conta Lucas. "O público está achando o trabalho muito bonito, mostra um outro lado da banda, com músicas mais calmas e sentimentais. A expectativa para esse EP é justamente mostrar e trabalhar essa outra face da banda, tocar as pessoas com nossas músicas e acrescentar nos shows o peso e a calmaria, luz e sombra", destaca o músico. "Já estamos gravando uma nova música que volta com o peso e as letras ácidas", antecipa Lucas. Se liga aí:

Nazario está com música e projeto novos

Músico hamburguense lançou Xangô, primeia canção do seu novo projeto, chamado Sintoma.

Foto por: Fábio Klein/Divulgação
Descrição da foto: Nazario dá início ao projeto Sintoma com a música Xangô
O Bah!rulho conversou com o músico hamburguense Nazario em julho, em entrevista sobre seu primeiro disco, Mal de Século Novo. Agora, o cara está com música nova: Xangô, que é a primeira de um novo trabalho chamado Sintoma. "Tenho na cabeça que é um novo passo e uma nova etapa de maturidade de composição, ideias e criação", revela o cantor e compositor. "A música ainda conversa com as composições do Mal de Século Novo, mas acredito que a maneira é outra. Mais liberdade, mais elementos musicais", aponta Nazario.

A letra de Xangô foi escrita por Nazario em parceria com o DJ snesh (Carlos Eduardo Bondan) e a gravação contou com os músicos Fábio Klein (baixo), Daniel Schuman (bateria), Fausto Martins (guitarra) e Calil Souza (teclado e arranjos). A música foi gravada e mixada no estúdio Calil Souza Produções Musicais, o mesmo das gravações do disco Mal de Século Novo.

"É a primeira música do nosso novo projeto musical: Sintoma. Será um projeto online, que talvez no final se torne físico. Entendemos a necessidade de procurar alternativas e meios pra modificar a sonoridade e também poder ainda falar o que deve ser dito. Sempre com verdade e respeito", destaca o músico. "As novas letras têm uma preocupação de lutar pelos mais fracos. Defender as pessoas, mas o cuidado de ir à luta, ir ao campo de batalha com o cuidado de encontrar pessoas que a gente ama para nos receberem de volta. O cuidado de ir para a luta mas sem esquecer de amar. Somos feitos para para o amor e não para o ódio. Somos feitos pra amar e não para odiar. Essa é a verdade, não importa o que nos digam", afirma Nazario. Se liga aí: