Olá leitor, tudo bem?

Use os í­cones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, ví­deos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Av. Dorival Cândido Luz de Oliveira, 6423 (parada 63) - Monte Belo - Gravataí - CEP: 94050-000
Fones: (51) 3489-4000

Central do Assinante: (51) 3600.3636
Central de Vendas: (51) 3591.2020
Whatsapp: (51) 99101.0318
PUBLICIDADE
Motores

Espaçoso como sempre, bonito como nunca

Seis anos após seu lançamento, Spin recebe significativas mudanças visuais e mecânicas para seguir cativando as famílias .

Foz do Iguaçu, PR - Concebido para atender às necessidades das famílias, o Spin recebe mudanças visuais e mecânicas significativas na linha 2019. Além de não contar mais com o tradicional estepe fixado na traseira, a aventureira Activ recebe uma nova versão, com 7 lugares, denominada Activ7. Os preços do Spin começam em R$ 63,99 mil e vão até R$ 83,49 mil.

As mudanças principais estão na frente, com grade e faróis redesenhados. Na traseira, são novas as lanternas, que estão maiores e horizontalizadas. O modelo também ganha novos recursos tecnológicos, como sensores que ligam automaticamente os faróis e o limpador de para-brisa. Além disso, do Equinox o carro pegou emprestado o sistema que avisa sobre objetos e crianças esquecidos no banco traseiro, podendo evitar até mortes.

O motor 1.8 recebeu mudanças que garantem 3 cv extras, totalizando 111 cv. Também foram feitas alterações na suspensão para aprimorar o conforto. O modelo chegou ao mercado em 2012 e, o aventureiro Activ, três anos depois, em 2015. Em seis anos, as vendas da família já ultrapassam 200 mil unidades, conforme a montadora. No ano passado, dominou 72% do seu segmento de mercado.

Viagem a convite da GM

Lanternas horizontalizadas 

As lanternas mudaram bastante, ficando mais horizontalizadas e bipartidas, invadindo a tampa do porta-malas, que agora abriga a placa, antes localizada no para-choque. A aerofólio esculpido na parte superior da tampa tem funções aerodinâmica e estética. Janela ganha contornos mais envolventes.

Novos faróis e grade

As mudanças visuais foram feitas em harmonia com a nova linguagem global da Chevrolet e caíram muito bem ao Spin. Como sua frente é alta, é inegável a semelhança com o novo Tracker.

O capô ganha maior inclinação, privilegiando também a aerodinâmica. Os faróis mais afilados e com opção de luz de condução diurna em LED ajudam a criar um aspecto tecnológico.

A versão de luxo LTZ traz cromados na moldura da grade frontal, no inédito friso traseiro e nas rodas aro 16” com acabamento exclusivo.

Grade ativa do radiador 

A grade ativa do radiador é uma tecnologia exclusiva da Chevrolet na categoria, consistindo em um sistema que abre e fecha automaticamente a grade posterior frontal de acordo com as condições de velocidade do veículo e necessidade de refrigeração do motor. Quando fechada, há redução do arrasto do ar e melhora da aerodinâmica.


Cadê o pneu na traseira da Activ?

Na versão Activ, o deslocamento do estepe para o porta-malas ajudou a reduzir a massa suspensa na tampa do bagageiro. São aproximadamente 50 kg a menos fixados na traseira, entre pneu, roda e os braços basculantes.


Interior mais refinado

A engenharia da GM também promoveu melhorias internas por meio de novos materiais. Painéis e consoles trazem maior refinamento e combinam diferentes texturas e cores que se estendem ainda aos revestimentos dos assentos.

O maior incremento está na versão topo de linha LTZ, que passa a adotar revestimentos premium nos bancos com costura pespontada, acompanhando o mesmo estilo aplicado no acabamento do volante. Com maior quantidade de mostradores e opção de novo computador de bordo, o quadro de instrumentos, por exemplo, é idêntico ao do Tracker. Saídas do ar-condicionado, porta-luvas, moldura da central multimídia e comandos como o dos vidros, travas e retrovisores elétricos foram atualizados pensando na ergonomia.

Modelo já contava com ar-condicionado, direção com assistência elétrica, transmissão de seis velocidades, travas e vidros elétricos com comando via controle remoto na chave. Agora, ganha de série retrovisor com ajuste elétrico e sensor de estacionamento desde a versão LT, que também recebe uma configuração com transmissão automática. Lanternas de neblina, ajuste de altura dos faróis e luzes indicadoras de direção lateral somam-se a essa lista. ‘‘O Spin é a escolha ideal para quem precisa levar sete pessoas e não quer sacrificar o conforto. De qualquer ângulo que olharmos o modelo, há novidades, tanto externas quanto internas’’, explica o diretor de Marketing de Produto da GM, Rodrigo Fioco.


Trilhos para a segunda fileira de bancos

O carro estreia com a segunda fileira de bancos corrediça. Por ser montada sobre trilhos, a peça pode ser movimentada 5 cm para frente ou 6 cm para trás, distribuindo melhor os espaços conforme a necessidade. O encosto também pode ser ajustável em inclinação.


Além disso, a parte traseira do encosto dos bancos do motorista e do carona foi redesenhada a fim de ampliar em mais 2,6 cm o vão até a segunda fileira de assentos. Para maior segurança, está sendo acrescentado à linha 2019 pontos de ancoragem para cadeirinhas infantil do tipo Isofix e Top Tether, além do quinto apoio de cabeça e cinto de segurança de três pontos no assento central.


Outra novidade é a opção da terceira fileira de bancos para a versão aventureira do Spin, batizada de Activ7, em referência ao número máximo de ocupantes que o veículo pode transportar. Os dois assentos extras podem ser rebatidos para ampliar o volume de carga. Nas configurações de cinco lugares, o porta-malas de 710 l pode chegar a 756 l com a segunda fileira de bancos toda avançada.


Motor 1.8 ganha 3 cv

A linha é equipada com o motor Flex 1.8 ECO, que agora desenvolve 111 cv de potência com álcool e 106 cv com gasolina, bem como valores de torque de 17,7 kgfm e 16,8 kgfm, respectivamente. O propulsor anterior, o 1.8 Econo.Flex, gerava 108 cv com álcool e 106 cv com gasolina, bem como torque de 17,14 kgfm e 16,42 kgfm, respectivamente. Na prática, não decepciona nas acelerações, mas também não chega a empolgar.


Conforme medições da GM, a versão aventureira acelera de 0 a 100 km/h em 11,3 s e de 80 a 120 km/h em 9,7 s, enquanto o consumo urbano é de 10,3 km/l (gasolina) e 7 km/l (etanol) e, o rodoviário, de 12 km/l (gasolina) e 8,3 km/l (etanol), de acordo com dados do Inmetro.


Já o Spin LTZ manual acelera de 0 a 100 km/h em 10,2 s e de 80 a 120 km/h em 11,7 s, enquanto o consumo urbano é de 10,4 km/l (gasolina) e 7,8 km/l (etanol) e, o rodoviário, de 13,2 km/l (gasolina) e 9 km/l (etanol).

Câmbio recalibrado

A transmissão automática de seis marchas ganha nova calibragem, que deixa as trocas mais lineares e quase imperceptíveis, aproveitando ao máximo o torque do motor. O resultado se reflete também no desempenho pois, segundo a montadora, a melhora é de aproximadamente 1 s nas provas de arrancada e retomada de velocidade.


OS PREÇOS

LS: R$ 63,99 mil
LT: R$ 68,99 mil
LT automática: R$ 69,99 mil
LTZ: R$ 78,49 mil
LTZ automática: R$ 81,99 mil
Activ automática: R$ 79,99 mil
Acticv 7: R$ 83,49 mil


Fonte: Chevrolet

Shelby GT350 recebe melhorias aerodinâmicas

Novo spoiler ajuda a ''colar'' o carro no chão.

A Ford apresenta o Mustang Shelby GT350 2019, versão especial do esportivo que chega ao mercado norte-americano no começo do próximo ano com vários aprimoramentos. As principais novidades estão na aerodinâmica e nos pneus, acompanhadas de tunagem da suspensão, direção, controle de estabilidade e freios para apimentar o desempenho nas pistas e nas ruas.


O modelo usa os novos Michelin Pilot Sport Cup 2, projetados especialmente com compostos de maior aderência, nas medidas 295/35 na dianteira e 305/35 na traseira. O interior – feito sob medida –, traz o que há de mais avançado em tecnologia e materiais premium, com apliques em alumínio, fibra de carbono e bancos Recaro de camurça.


Sistema de áudio B&O Play, central multimídia Sync 3 com tela de 8’’, ar-condicionado com controle automático de dupla zona, controle de porta de garagem universal e luzes de aproximação nos espelhos que projetam o emblema Shelby Cobra são outros itens.

Novo spoiler

A aerodinâmica foi aperfeiçoada com uma nova grade dianteira e spoiler traseiro desenvolvido em túnel de vento, incluindo aba Gurney opcional, usando a experiência adquirida no projeto do novo Shelby GT500 – que também será lançado em 2019. A carroceria tem a opção de faixas esportivas nas cores preto shadow, branco oxford ou azul kona de alto brilho.

Motor V8

O modelo segue equipado com o exclusivo V8 5.2 – o motor naturalmente aspirado mais potente da Ford, com 533 cv e torque de 59,31 kgfm – o giro máximo é de 8.250 rpm. São 71 cv a mais que os 462 cv do Mustang GT Premium vendido no Brasil. O câmbio manual Tremec tem seis velocidades.

Freios Brembo de alta performance


Os freios Brembo (com seis pistões na dianteira e quatro na traseira) garantem alto poder de parada. A suspensão ativa MagneRide, a direção elétrica e o controle eletrônico de estabilidade com três modos de atuação incorporam melhorias trazidas das pistas pela Ford Performance. A tunagem final do veículo contou com a participação de Billy Johnson, piloto do Ford GT no Mundial de Endurance.

Tradição

O primeiro Shelby GT350 foi produzido de 1965 a 1968 pelo lendário preparador Carroll Shelby e de 1969 a 1970 pela Ford. Após o lançamento da quinta geração do Mustang, em 2005, a versão especial voltou a figurar na linha, com várias edições limitadas e comemorativas.

Toyota Yaris em dose dupla

Com preços entre R$ 59,99 mil e R$ 79,99 mil, novo nacional chega nas carrocerias sedã e hatch para preencher a lacuna entre o andar de cima (Corolla) e o de baixo (Etios).



São Paulo - Novo carro da Toyota para o mercado brasileiro, o Yaris começa a ser vendido em cinco pacotes de equipamentos e preço inicial de R$ 59,99 mil na carroceria hatch e R$ 63,99 mil na sedã. A produção do hatch começou em 15 de junho, enquanto a do sedã está prevista para iniciar em 2 de julho. As encomendas, porém, já podem ser feitas desde 7 de junho, data em que foi apresentado à imprensa especializada em São Paulo.


Trata-se de uma nova opção para preencher a lacuna hoje existente entre o Etios (preços entre R$ 42,27 mil e R$ 71,15 mil) e o Corolla (R$ 89,99 mil a R$ 118,85 mil). Essa novidade vai ajudar nos planos ambiciosos para este ano: ultrapassar a barreira dos 200 mil veículos, um recorde histórico para a filial brasileira, representando 5% de crescimento em relação a 2017.



Engenheiro-chefe do Yaris – que veio do Japão especialmente para o lançamento brasileiro –, Takamoto Suzuki revela que, entre os destaques do modelo estão o teto solar elétrico, a rigidez da carroceria e o silêncio a bordo. Os motores Dual VVT-i 1.3 e 1.5 são combinados às opções de câmbio manual de 6 marchas e CVT. No sedã, está disponível apenas o 1.5. Os propulsores são os mesmos do Etios, mas com mudanças que aumentam a potência em 3 cv: com álcool, o 1.3 gera 101 cv e, o 1.5, 110 cv. No trânsito paulistano, os modelos mostraram boa desenvoltura, especialmente o 1.5, e uma suspensão macia – como era de se esperar de um Toyota –, absorvendo bem os buracos e desníveis.

O CEO da Toyota para a América Latina e Caribe, Steve St. Angelo, adianta que o Yaris produzido em Sorocaba tem diversas melhorias em relação aos fabricados em outras partes do mundo, a exemplo da altura 1,3 cm maior para as ruas brasileiras. O modelo foi lançado em 1999 e está em sua terceira geração.

Todas as versões trazem controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, volante com comandos e rodas em liga-leve aro 15”. O novo sistema multimídia Toyota Play+ estreia no Brasil neste modelo como item de série a partir da segunda configuração de equipamentos disponível.

Viagem a convite da Toyota

OS PREÇOS

Hatch

XL 1.3 16V manual: R$ 59,59 mil
XL 1.3 16V CVT: R$ 65,59 mil
XL Plus Tech 1.5 16V CVT: R$ 69,59 mil
XS 1.5 16V CVT: R$ 74,59 mil
XLS 1.5 16V CVT: R$ 77,59 mil

Sedã

XL 1.5 16V manual: R$ 63,99 mil
XL 1.5 16V CVT: R$ 68,69 mil
XL Plus Tech 1.5 16V CVT: R$ 73,99 mil
XS 1.5 16V CVT: R$ 76,99 mil
XLS 1.5 16V CVT: R$ 79,99 mil

Fonte: Toyota


Design 

O conceito de design global da marca, o Keen Look – expressão inspirada no olhar focado de um atleta de alto rendimento antes de uma competição – comanda o visual do hatch e do sedã. O para-choque pronunciado tem vincos marcantes e abriga os faróis de neblina em formato arredondado, item de série desde a versão inicial. Os faróis têm perfil afilado e, nas duas carrocerias, as lanternas invadem o porta-malas – na XLS, são em LED. No hatch, coluna C é pintada em preto e aerofólio melhora a fluidez aerodinâmica.

Rodas aro 15’’

Calçadas com pneus 185/60, rodas em liga-leve aro 15” passam, visualmente, a impressão de serem pequenas para o modelo. Bem que poderiam ser 16’’ ou 17’’.

Bom espaço interno

Os bancos são em tecido na XL e XL Plus Tech e em couro na XS e XLS. Além disso, há apoio de braços com porta-copos central a partir da XL Plus Tech. Outra característica do novo Yaris é o assoalho traseiro plano.


Hatch tem 4,14 m de comprimento, 1,73 m de largura, 1,49 m de altura e 2,55 m de distância entre-eixos. No sedã, comprimento é de 4,42 m. Para efeitos de comparação, essa medida no Corolla é de 4,62 m e, no Etios sedã, de 4,37 m.


Motores 1.3 e 1.5


Os propulsores 1.3 e 1.5, ambos 16V Flexfuel, trazem a tecnologia de duplo comando de válvulas variável Dual VVT-i da Toyota, que atua no gerenciamento dos sistemas de admissão e escape da câmara de combustão, e sistema ETCSi de abertura da borboleta do acelerador, que corrige acelerações desnecessárias:

1.3: rende 101 cv a 5.600 rpm com etanol e 94 cv a 5.600 giros com gasolina. O torque máximo nesta configuração é de 12,9 kgfm (etanol) e 12,5 kgfm (gasolina), sempre a 4.000 rpm. Em comparação com o Etios, o ganho foi de 3 cv e 0,2 kgfm de torque com etanol e de 6 cv com gasolina.



1.5: desenvolve 110 cv de potência a 5.600 rpm com etanol e 105 cv a 5.600 giros com gasolina. O torque máximo nesta configuração, a 4.000 giros, é de 14,9 kgfm (etanol) e de 14,3 kgfm (gasolina). Para essa motorização, o ganho de potência também foi de 3 cv e 0,5 kgfm de torque com etanol e de 3 cv com gasolina em comparação com o Etios.

Câmbio CVT Multidrive


São duas opções de transmissões: a manual de seis velocidades e a Multidrive CVT, da mesma família usada no Corolla, contando também com o software de gerenciamento que simula sete marchas. As mudanças podem ser feitas manualmente por meio da alavanca de câmbio (na XL e XL Plus Tech) ou borboletas localizadas atrás do volante (XS e XLS).

Porta-malas

A capacidade do porta-malas no hatch é de 310 l e, no sedã, de 473 l. Já o tanque de combustível comporta 45 l. Peso do hatch XL manual é de 1.110 kg, exatamente o mesmo do sedã XL manual. De série para todas as versões há controles de tração (TRC) e estabilidade (VSC), assistente de subida em rampa (HAC), freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e assistente de frenagem (BAS), cinto de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes, air bag duplo, isofix e top tether para cadeiras infantis, função Siga-me, retrovisor interno eletrocrômico e alarme volumétrico com monitoramento dos vidros e janelas. A XS agrega câmera de ré, enquanto a XLS ainda conta com sensor de chuva e dois air bags laterais, dois de cortina e um de joelho, contabilizando sete bolsas.

Teto solar


O teto solar elétrico – que na linha Corolla não existe nem como opcional – é de série na XLS, garantindo maior requinte e iluminação. Para as versões XL e XL Plus Tech, o painel de instrumentos conta com display LCD de 2,7”. São três mostradores circulares que reúnem as informações de bordo, além de um interessante ranking de eficiência de combustível.


Versões e equipamentos 


São cinco versões. Para o hatch, estão disponíveis a XL manual e XL CVT, XL Plus Tech CVT (todas com motorização 1.3), XS e XLS, essas com câmbio CVT e motor 1.5. A carroceria sedã tem as mesmas configurações, mas somente com motor 1.5.

XL
Desde a versão de entrada, com câmbio manual, a linha traz de série computador de bordo, comandos no volante, descansa-braços dianteiro, controles de estabilidade (VSC) e tração (TRC) e assistente de partida em rampa (HAC). Também vem com direção eletroassistida progressiva (EPS), ar-condicionado, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico por um toque, travas elétricas, faróis com regulagem elétrica, faróis de neblina, retrovisor interno eletrocrômico e banco traseiro rebatido 40/60 (sedã).

XL
Com câmbio CVT, adiciona os seguintes itens: controle de velocidade de cruzeiro e função Eco Driving do computador de bordo.

XL Plus Tech
Agrega descansa-braços traseiro, detalhes internos na cor prata, ar-condicionado automático e digital, chave inteligente presencial, Smart Entry e partida sem chave tipo Start Button, banco traseiro rebatido 40/60 no hatch e central multimídia com tela de 7” sensível ao toque com funções de rádio AM/FM, MP3, entrada USB, conexão auxiliar bluetooth, Toyota Play+, sistema que permite espelhamento de aplicativos por meio das tecnologias SDL e Harman e navegador Tom Tom para IOS e Android e Waze para sistema IOS.



XS
Agrega todos os equipamentos da XL Plus Tech, além de volante, manopla do câmbio e revestimento das portas em couro, grade com detalhes cromados, roda em liga-leve aro 15” Dual Tone (preto e prata), bancos em couro, retrovisor externo com rebatimento elétrico, câmera de ré, tapetes em carpete e computador de bordo com tela de 4,2” com tecnologia TFT.

XLS
A versão topo de linha acrescenta teto solar, sensor de chuva, maçanetas cromadas, faróis projetores com lâmpadas halógenas e lanternas em LED, contando com um total de sete air bags.

O trovão azul

Roncando alto, motor V8 de 466 cv anuncia a chegada em grande estilo do Ford Mustang. Confira como foi o teste deste lendário cupê na pista do Velopark.

Diego da Rosa/GES
Na dianteira, emblema do cavalinho se destaca de longe

Quando o acelerador é pressionado com suavidade, o Mustang é como um lutador de MMA vestindo terno durante as entrevistas: polido, educado, tranquilo. Mas quando se pisa fundo, pode ser comparado ao guerreiro que entra no octógono: é pancadaria pura. A maneira agressiva com que os 466 cv e 56,7 kgfm de torque do V8 5.0 chegam às rodas traseiras passam uma mensagem muito clara ao motorista: é melhor respeitar esse carro.

Depois de andar no cupê durante seu lançamento nacional à imprensa, dia 4 de abril em Interlagos, no dia 11 de maio foi a vez de testá-lo no Velopark, em Nova Santa Rita. A chuva que começou a cair no final da manhã deixou o asfalto liso como sabão. Mesmo assim, foi possível chegar aos 160 km/h na reta, mas nas saídas de curvas bastava exagerar só um pouquinho na aceleração para o carro sair de traseira e rodar. Isso porque o modo Pista desabilita parcialmente os controles de tração e estabilidade. Combinado ao asfalto liso e à tração traseira, é diversão na certa. Ao mudar para a opção Neve/Molhado, tornou-se muito mais civilizado. Esse é, inclusive, o modo mais adequado para dirigir nas ruas com mau tempo.

Camaro, o eterno rival

As comparações com o eterno rival Chevrolet Camaro são inevitáveis. Ambos têm quase a mesma potência e torque (no Chevrolet, o V8 6.2 desenvolve 461 cv e 62,9 kgfm), mas a forma nervosa como esses números chegam às rodas traseiras torna o Mustang mais endiabrado. Entretanto, para extrair toda a sua esportividade, é preciso ter boa experiência. A fábrica aponta aceleração de 0 a 100 km/h em 4,3 s e máxima limitada eletronicamente a 250 km/h. No Camaro, esses números são de 4,2 s e 250 km/h, respectivamente. Na questão preço, o Mustang sai mais ‘‘barato’’ que o rival: R$ 299 mil, contra R$ 310 mil.

De qualquer maneira, o Mustang tem uma dirigibilidade mais refinada e os seis modos de direção consistem em um importante diferencial para quem curte levar o carro para a pista de vez em quando. No Velopark, o som do V8 mais parecia um trovão rasgando as retas, instigando a acelerar mais e mais. O carro tem tanta personalidade que quase se sobrepõe à própria marca Ford. Prova disso é que há um único emblema oval azul, localizado na parte central superior do para-brisa.

Visual inconfundível

Diego da Rosa/GES
Desempenho nas curvas é digno de um supercarro

O capô baixo com saídas de ar e grade redesenhada, com ângulo negativo, formam o chamado “nariz de tubarão”. Tecnologia LED está presente nos faróis, faróis de neblina e piscas, bem como nas luzes de assinatura de três barras que lembram as “guelras” do tubarão. Por isso, não há como confundir o Mustang com outro esportivo. Como ainda há poucas unidades rodando por aí, o carro chama muito a atenção nas ruas, tanto quanto um disco voador. A carroceria cupê mede 4,79 m de comprimento, 2,72 m de entre-eixos, 1,92 m de largura e 1,38 m de altura. Essas proporções é que dão a sensação de um carro comprido, largo e baixo, resultando em um coeficiente de 0,35 (Cx).

Rodas aro 19’’

Diego da Rosa/GES
Na hora de parar, os freios Brembo são imbatíveis

Rodas são aro 19’’ e usam pneus 255/40 na dianteira e 275/40 na traseira. Na hora de parar, lendários freios Brembo usam discos de 15’’ para dar conta do recado.

Escapamento Ativo altera o som

Não é preciso acelerar muito para que o cupê ecoe um rugido que faz o motorista se sentir no filme Dias de Trovão (1990), em que Tom Cruise pilota na Nascar, ou no helicóptero do seriado O Trovão Azul (1983). A grande responsável é a válvula ativa de escapamento, que mobilizou um time inteiro de especialistas de áudio. O sistema é controlado por computador e abre válvulas – como um saxofone ou órgão de tubos – para adequar o som do carro ao gosto do proprietário. São quatro níveis selecionados por uma tecla no console: Normal, Esportivo, Pista e Silencioso, esse último conhecido também como modo “bom vizinho”, pois permite estabelecer uma faixa de horários em que o motor será ligado de forma silenciosa.


Interior ao estilo cockpit

Diego da Rosa/GES
Bons materiais de acabamento são utilizados de forma intensiva no interior

O volante de três raios e o visual do painel – feito com materiais emborrachados e muito alumínio – são fortemente inspirados no primeiro Mustang, lançado em 1964. Mas só o visual é nostálgico, já que o carro reúne tecnologias semiautônomas, como piloto automático adaptativo, alerta de colisão com assistente autônomo de frenagem e detecção de pedestres, assistente de frenagem de emergência e sistema de permanência em faixa com detecção de fadiga. No lado do passageiro, há um emblema com o nome do carro.

Painel digital e configurável

Outro componente que denota a modernidade é quadro de instrumentos, que consiste em uma tela digital de 12’’ totalmente configurável. Ao centro, está a tela de 8’’ da central multimídia Sync 3, abrigando também os comandos do ar-condicionado e botões em alumínio, um dos quais para definir o modo de condução. Freio de mão é tradicional, para o dia em que o motorista quiser dar um ‘‘cavalo-de-pau’’. No porta-malas, cabem ótimos 382 l (no Camaro, são 208 l), mas banco de trás é apertado e comporta apenas crianças.

Terceira geração do motor Coyote V8

Diego da Rosa/GES
''Veoitão'': imponente no visual e no ronco

O Mustang é fabricado em Michigan, Estados Unidos, mas o motor é produzido do outro lado do lago, no Canadá. Com bloco em alumínio, pesa apenas 220 kg. Os 466 cv são atingidos a 7.000 rpm, enquanto o torque máximo de 56,73 kgfm chega a 4.625 rpm. Porém, 82% dessa força já está disponível a 2.000 rpm. Além de ter duplo comando de válvulas variável Ti-VCT, vem com sistema de alimentação de combustível que combina injeção direta (para momentos de maior desempenho) e indireta (para economia).

Câmbio de 10 marchas está à altura do modelo

Diego da Rosa/GES
Trocas rápidas neste câmbio automático tradicional

Os ‘‘puristas’’ sempre defendem que deveria haver uma opção de câmbio manual. Ocorre que a transmissão automática de 10 velocidades trabalha com muita rapidez e suavidade. E o que é melhor: nunca engata a marcha errada. A 80 km/h, na décima marcha, o motor gira a apenas 1.500 rpm, o que faz com que a economia possa atingir níveis impensáveis. Em um trecho de 40 km de estrada, o computador de bordo marcou 11 km/l. E isso que não tem o sistema que desliga 4 cilindros em velocidade de cruzeiro, como o existente no Camaro. Nos momentos de ‘‘pauleira’’, entretanto, o consumo caiu para 3 km/l. A média geral ficou em excelentes 7 km/l.

Seis modos de condução

São seis modos de condução para cada tipo de pista: Normal, Esportivo, Pista, Drag (para arrancadas rápidas), Neve/Molhado e MyMode (possibilita gravar sua combinação personalizada, selecionando os ajustes da direção, ruído do escapamento e controle de tração). Em todos eles, são ajustados automaticamente os parâmetros de velocidade das trocas de marcha, resposta do acelerador, ajuste de direção, atuação dos freios ABS, controles de estabilidade e de tração e suspensão adaptativa. Dispositivo Line Lock trava as rodas dianteiras para aquecer os pneus traseiros, fazendo muita fumaça (“burnout”) por até 15 s. Com 1.783 kg, sua relação potência/peso de 0,268 cv/kg.

Diego da Rosa/GES
Tecnologia: faróis em LED