Publicidade
Cotidiano | Turismo Viagens

Turismo de luxo segue em alta

Segmento foi menos afetado pela crise da pandemia

Publicado em: 05.12.2020 às 03:00 Última atualização: 05.12.2020 às 10:07

Bora Bora, um dos destinos internacionais que têm atuação no segmento de luxo Foto: Adobe Stock
Operadoras de turismo e companhias aéreas, fazendo balanço da tentativa de retomada do setor, já haviam mencionado que o setor de viagens profissionais foi praticamente zerado em 2020 devido às restrições ou cautelas da pandemia. O turismo de lazer, por outro lado, segue sendo aquele minimamente ativo. Mas dentro dele, há um segmento que sentiu alteração menor ainda: o luxo.

Evento internacional do setor dedicado às viagens dos ricos e extremamente ricos, agora em dezembro, apontou que houve bem menos retração do que em outros mercados. Isto se explica por vários motivos. O chamado turismo de luxo normalmente trabalha com grupos menores, exclusivos, geralmente de famílias em viagem, e que não se integram a excursões.

Outra característica do turismo de luxo é que muitas vezes ele é urbano. Hotéis de alto nível seguiram abertos em muitas metrópoles, e há redes que inclusive chegaram a abrir novas unidades. E embora os visitantes profissionais tenham diminuído, os deste segmento seguiram, em parte, ativos.

Mesmo em localidades que tenham tido restrições regionais mais pesadas, ou que dependem de operadoras aéreas que chegaram a não funcionar durante parte do ano, o segmento de luxo foi o primeiro a ensaiar retomada. Isso quando não aproveitou um influxo específico de turistas com seus próprios meios de deslocamento, dos iates aos voos fretados em jatinho.

Em muitos casos, e inclusive no Brasil, o segmento de luxo é um nicho importante de ser acompanhado. Em larga proporção, ele movimenta um mercado de artistas e trabalhadores de apoio que pode ser significativo.

 

Gostou desta matéria? Compartilhe!
Encontrou erro? Avise a redação.
Publicidade
Matérias relacionadas

Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.