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Notícias | Cachoeirinha INVESTIGAÇÃO

Novas buscas pelo casal desaparecido de Cachoeirinha serão feitas na próxima semana, diz Polícia

A ação da Polícia Civil deve contar com apoio do Corpo de Bombeiros e também da Brigada Militar, além de cães farejadores que serão utilizados durante a procura por Rubem Heger, de 85 anos e Marlene Heger Stafft, 54 anos, em área de mata fechada em Canoas

Por Juliano Piasentin
Publicado em: 12.05.2022 às 19:08 Última atualização: 12.05.2022 às 21:04

A Polícia Civil de Cachoeirinha deve realizar na próxima semana, mais buscas pelos corpos do casal Rubem Heger, 85 anos e Marlene Heger Stafft, 54 anos, desaparecidos desde o dia 27 de fevereiro. De acordo com o delegado Anderson Spier, responsável pela investigação, os agentes da 1ª DP aguardam apenas o retorno do Corpo de Bombeiros. “Devemos ir entre segunda e terça-feira (17), faltando apenas a confirmação dos Bombeiros e da Brigada Militar em relação aos cães farejadores”, explica.

Rubem Heger e a esposa, Marlene Heger Stafft, estão desaparecidos desde 28 de fevereiro
Rubem Heger e a esposa, Marlene Heger Stafft, estão desaparecidos desde 28 de fevereiro Foto: Arquivo pessoal
Conforme Spier, a área de buscas fica em Canoas, em um grande espaço de mata. “Temos algumas pistas sobre um possível local de desova dos corpos e estávamos trabalhando em sua demarcação.” Com a prisão de Cláudia de Almeida Heger, 51 anos, e Andrew Heger Ribas, 28 anos, filha e neto do idoso, respectivamente, a polícia acredita que a movimentação não representa risco de uma troca de lugar. “Com a prisão tiramos essa hipótese, antes poderíamos chamar muita atenção na região”, completa o delegado.

A dupla está presa desde a última sexta-feira (6), eles são suspeitos de envolvimento no desaparecimento de Rubem e Marlene, que não são vistos desde o dia em que Cláudia e Andrew visitaram o casal. Imagens de segurança de uma casa vizinha mostram a chegada dos dois na residência do casal. No vídeo, é possível ver Marlene abrindo o portão no final da manhã. Horas depois, é Cláudia que fecha o portão e entra no carro, que estava sendo dirigido pelo seu filho Andrew. 

A filha do idoso alega inocência. Ela afirma que o pai e a madrasta foram passar o feriado de carnaval em Canoas na casa dela e teriam sumido apenas em 1º de março, enquanto ela estaria em uma consulta médica. “Meus clientes estão presos por um crime que nem sabemos se aconteceu”, salienta o advogado de defesa, Rodrigo Schmitt.

A Polícia afirma que investigações apontam não há registros de uso de aplicativos de transporte pelo casal desaparecido e nem mesmo movimentação financeira em seus bancos. 

Mãe e filho foram presos de forma preventiva após a perícia apontar a presença do sangue de Rubem na parede de uma peça anexa na residência do casal, no bairro Carlos Wilkens, em Cachoeirinha. O Instituto Geral de Perícia (IGP), descartou a presença veveno na comida que estava na geladeira da casa de Rubem e Marlene. 

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