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Notícias | País Na Rádio ABC 103.3 FM

Questionado sobre recriação de pasta, Onyx diz que vestirá camisa por lealdade a Bolsonaro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República concedeu entrevista ao programa Redação 103 nesta quarta-feira

Por Jauri Belmonte
Publicado em: 21.07.2021 às 11:33 Última atualização: 21.07.2021 às 11:48

Fundo eleitoral bilionário, voto impresso, CPI da Covid e a possível recriação de uma nova pasta no governo. Esses foram os temas abordados durante a entrevista do ministro Onyx Lorenzoni, nesta quarta-feira (21), à Rádio ABC 103.3 FM. O chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República conversou com Guilherme Trescastro durante o programa Redação 103.

Onyx Lorenzoni Foto: Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro já teria articulado com a área econômica a recriação do ministério do Trabalho e Previdência Social para acomodar aliados do seu governo. Onyx é o nome mais cogitado e disse que vestirá a camisa do governo para toda e qualquer decisão de Bolsonaro.

"Sobre a substituição de pastas, ele (presidente) tem uma série de desenhos para o governo. E nós temos uma parceria de lealdade. Enquanto ele não toma decisões, não vou especular. Se ele tomar decisões, vamos acatar. Se ele quiser criar ou atualizar algo existente, vamos vestir a camisa. A camiseta que Bolsonaro me der, eu vou usar e jogar."

Veto do fundo eleitoral

Sobre o valor astronômico de R$ 5,7 bilhões para o fundo eleitoral, Onix afirmou que Bolsonaro deve vetar. "A Lei de diretrizes orçamentárias (LDO) é algo que serve como baliza, marcas de referência. Na elaboração do orçamento deve ir uma proposta para ajustar esse valor, mas esse montante de mais de R$ 5 bilhões será vetado pelo presidente Jair Bolsonaro."

Voto impresso

Outro assunto que permeou a conversa foi a questão do voto impresso. Para Onix, o voto auditável, do qual ele é adepto, é mais confiável, endossando o discurso de Bolsonaro. "O voto na urna eletrônica, que é o modelo atual, não tem concretude. O voto impresso traz mais segurança. Ninguém mexeria no papelzinho até a apuração. Aí temos a condiçao de fazer o controle."

 

Diferente de outros

Ao ser questionado sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito - a CPI da Covid - o ministro disse que não é algo com um propósito concreto. Para ele, é algo que serve, apenas, para atacar "a honra" do atual governo.

"Vemos uma série de acusações direcionadas, somente para atacar o presidente da República. É um governo diferente dos outros, então qualquer circunstância que reafirme a aquisição de algo, de Bagé ao Tocantins. Nesse governo se controla o dinheiro público e combate a corrupção".

 

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