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Notícias | Região Pandemia

Após apelo do presidente, Unimed recebe inscrição de voluntários para a linha de frente

Presidente da cooperativa no Vale do Sinos diz que situação é gravíssima e apelou para "consciência humanitária e responsabilidade dos colegas"

Publicado em: 03.03.2021 às 17:47 Última atualização: 03.03.2021 às 19:33

Operando acima da capacidade para dar conta da alta demanda por conta da pandemia, a Unimed Vale do Sinos fez um apelo nesta quarta-feira (3) para que os cooperados se apresentem para trabalhar na linha de frente de atendimento a pacientes com Covid-19. Em um vídeo divulgado pela instituição, o presidente Luis Carlos Galleano de Melo disse que "solicitamos boa vontade e humanismo dos colegas, mas até o momento não obtivemos resposta. Estamos pedindo encarecidamente. Se inscrevam, evitando que a direção tome medidas desagradáveis".

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De acordo com Melo, "para esta semana estamos aguardando instrumento jurídico para convocação de cooperados se não houver inscrição voluntária". E ele acrescentou: "Precisamos da consciência humanitária e da responsabilidade de todos colegas cooperados neste momento único e difícil em nossas vidas."

A boa notícia é que, após a divulgação do vídeo, a Unimed Vale do Sinos recebeu inscrições de médicos dispostos a trabalhar na linha de frente. A confirmação veio no início da noite. Com isso, será possível fazer alguma ampliação na estrutura de atendimento.

A Unimed Vale do Sinos informa ter mais de 50 profissionais afastados por conta da Covid-19. E para dar conta de mais pacientes, é preciso ampliar também o quadro profissional. "Isso (aumentar ainda mais a capacidade de atendimento) será possível se conseguirmos mais pessoal", afirma o presidente. Ele desabafa que "neste momento os profissionais são obrigados a fazer escolhas dramáticas, mas sempre seguindo critérios técnicos".

Em um vídeo divulgado pela Unimed, Melo detalha que o momento é "gravíssimo" para a instituição. Antes da pandemia a Unimed Vale do Sinos contava com dez leitos de UTI. Hoje são 36 e a meta é abrir mais
dez nos próximos dias, número que em poucas horas já seria insuficiente. O presidente diz que, por enquanto, a prioridade é abrir novos leitos de UTI. Mas, se for preciso, uma tenda será instalada no estacionamento do ponto atendimento de Novo Hamburgo para novos leitos clínicos.

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